segunda-feira, 30 de setembro de 2013

O que comer?

Então e o que é que eu como? Está foi a parte mais difícil, porque viver da comidinha da mãe é um perigo para a linha. Todos os dias lá vem o arroz (e se há coisa que se come cá em casa é arroz. A minha irmã podia viver só de arroz. É que vai arroz com tudo!), a massa ou as batatas, e o pão? Aí o pão. Eu gosto de pão!  Não necessariamente à refeição, mas gosto ao pequeno almoço e aos lanches, bom e se não houver nada feito, também se fazem umas mega sandes e está pronto, que cá em casa há sempre pão. E que pão? Todo. Branco, mistura, integral, brioche, de leite, de deus, de azeite... Já perceberam. Por isso, foi aqui a diferença maior. Agora só como pão ao pequeno almoço e mesmo assim vou intervalando com cereais integrais e aveia torrada (a outra muito mole dá-me vómitos) que é para ver se a coisa melhora.
Outra grande diferença é que só como os ditos acompanhamentos (hidratos de carbono) às vezes, tipo uma a duas vezes por semana. Em vez disso como salada, as típicas mediterrâneas tomate, alface, cebola e pepino, sempre com azeite, sal e água; e também mais legumes, que eu não comia muito, cozidos ou salteados, em molho soja por exemplo, que a-d-o-r-o!
As proteínas fico-me por carnes brancas e peixe a maioria das vezes. Carnes vermelhas só grelhadas mesmo! E tenho aproveitado para descobrir o sushi caseiro, sem o arroz.
Os lanches a meio da manhã e tarde, são à base de iogurtes sólidos sem açúcar adicionado, com canela ou frutos vermelhos, fatias de fiambre e mortadela de aves com triângulos ou bolinhas de queijo light, frutos secos e quando dá aquele aperto, gelatina light sem açúcar. 
Duas vezes por semana faço um jejum de 12h e todo o santo dia bebo agua, mínimo 2L... Mas ultimamente tento chegar aos 3L, com a ajuda de chás, sim adivinharam, também sem açúcar.

E para quem está a ler isto, deve estar a pensar... Isto é tudo muito bonito, mas é conseguir fazer isto todos os dias? Pois não é fácil. É preciso força de vontade quando se está com os amigos ou se vai jantar como namorado e temos de resistir as coisas que eles comem e que nos apetece mesmo naquele momento. E o  mesmo se deve passar com as mãe e mulheres que tem de cozinhar todos os dias para os filhos e maridos que não têm restrições alimentares. Mas por muito difícil que seja, é possível, com mais ou menos sacrifício, é possível e com jeitinho até descobrimos coisas novas que gostamos, ou que nem é assim tão difícil. Eu sei que alguns dizem que o difícil não é o que comer, é o facto das coisas light serem mais caras. E posso dizer que não é uma diferença assim tão grande, pois há coisas que deixamos de comprar. Além de que hoje em dia as marcas próprias de supermercado tem uma grande qualidade e já disponibilizar uma grande variedade. Eu só posso falar do continente que é onde faço as compras e adoro a linha azul (como lhe chamo), em que os produtos não deixam nada a dever aos originais, dos iogurtes aos queijos, do pão à charcutaria de aves, sem esquecer o maravilhoso chocolate light sem açúcar, que só um quadradinho de vez em quando mata o bixo e não faz mal a ninguém.


Isto é o que eu faço e resulta comigo. Não sou nutricionista, nem dietista... Por isso usem isto apenas como guide line para descobrir o que resulta convosco. E partilhem o que resulta, que eu estou sempre disposta a experimentar coisas novas. 

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